Coronavírus: como o Cinemark se preparou para a reabertura das salas de cinema

Coronavírus: como o Cinemark se preparou para a reabertura das salas de cinema

 

Após um 2019 positivo e uma expectativa de um 2020 com lançamentos e novidades, a rede Cinemark teve que suspender as atividades de suas 642 salas de cinema em março.

No longo período de telas desligadas, a rede criou algumas ações para manter a memória do cinema e se reinventar, como a venda da tradicional pipoca Cinemark no varejo, ação impulsionada pelo período das finais da NBA nos Estados Unidos, que ganhou copo promocional da competição de basquete.

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Na reabertura, a rede contou com a parceria do hospital Albert Einstein para criar os protocolos de segurança sanitária. Além de higienização e de uma experiência para o cliente que reduz ao máximo o contato entre as pessoas, Marcelo Bertini, presidente do Cinemark, diz ser importante destacar o sistema de ar-condicionado das salas, que renova o ar ambiente a cada 20 minutos aproximadamente, para segurança dos frequentadores. Para o futuro do cinema, o executivo espera que seja como o “velho normal”: com salas cheias e experiência coletiva.

Confira a entrevista:

 

Esse episódio faz parte de uma série especial sobre o futuro do entretenimento. Na segunda, conversamos com Ricardo Piquet, diretor-presidente do IDG, entidade responsável pela gestão do Museu do Amanhã. Na terça, foi a vez do Claudio Romano, CEO da Dream Factory, responsável por eventos como o Rio Montreux Jazz Festival. Ontem, o Alexandre Gonçalves, presidente do Hopi Hari, falou sobre os meses de parque fechado. 

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